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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

15 de Outubro- Dia dos Professores




Se enxerguei mais longe, foi por que me ergui em ombros de gigantes...
Parabéns a todos os profissionais que colabaram com a máxima dedicação para fazer melhor a nossa educação.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

12 de Outubro - DIA DAS CRIANÇAS


"Grande Homem é aquele que não perdeu o Coração de Criança."

Todo mundo carrega dentro de si uma criança.
E todo mundo aprende a reprimi-la para ser adulto.
Crescemos e "temos" que ser sérios.

Quantas vezes você já não ouviu alguém dizer: "deixe de criancice!"?
E desde quando precisamos deixar de ser crianças?

Ria de você mesmo, seja "ridículo",
brinque na chuva, de fazer castelos na areia, de fazer castelos no ar...
sonhe, faça bagunça no meio da rua, cante na hora que der vontade,
converse com você mesmo como se tivesse conversando com um amiguinho,
assista desenho animado e veja a sua vida
como se ela fosse um desenho animado,
brinque com uma criança... como uma criança...

fique feliz simplesmente por ficar,
sorria e ria sem motivo,
ria de você, dos seus dramas, do ridículo das situações...

E acredite na pureza do ser humano...
na pureza de criança que talvez esteja escondida,
mas que existe em cada um de nós.

Para alguns você vai parecer louco, bobo ou infantil...
mostre a língua para esses "alguns" e diga,
como uma criança: "sou bobo mas sou feliz!"

Esses "alguns" com certeza têm uma criança maluquinha,
doida pra fazer bagunça também.

A vida já é muito complicada para vivermos sérios e carrancudos.

E isso tudo não é deixar de viver com seriedade...
é viver com a leveza de uma criança
e obrigações de adulto.

Fica muito mais fácil viver assim.

Então, coloque uma panela na cabeça
e solte o menino(a) maluquinho(a) que existe dentro de você!
Só não vale subir no muro e achar que sabe voar, né?

Feliz Dia das Crianças!

Que Nossa Senhora da Aparecida e seu Anjo da Guarda,
estejam sempre presente,
protegendo de todos os males dessa vida.
Um beijo, um abraço e um aperto de mão...
com todo meu carinho....

Pedofilia



A pedofilia, atualmente, é definida simultaneamente como doença, distúrbio psicológico e desvio sexual (ou parafilia) pela Organização Mundial de Saúde. Nos manuais de classificação dos transtornos mentais e de comportamento encontramos essa categoria diagnóstica.

Caracteriza-se pela atração sexual de adultos ou adolescentes por crianças. O simples desejo sexual, independente da realização do ato sexual , já caracteriza a pedofilia. Não é preciso, portanto que ocorram relações sexuais para haver pedofilia.O fato de ser considerada um transtorno, não reduz a necessidade de campanhas de esclarecimento visando a proteção de nossas crianças e adolescentes e nem tira a responsabilidade do pedófilo pela transgressão das barreiras geracionais.

Existe crime de pedofilia?
Não existe um crime intitulado “pedofilia” na legislação brasileira. As conseqüências do comportamento de um pedófilo é que podem ser consideradas crime.

Quais os crimes mais cometidos por pedófilos?

* Atentado violento ao pudor
Prática de atos libidinosos cometidos mediante violência ou grave ameaça. São considerados atos libidinosos aqueles que impliquem em contato da boca com o pênis, com a vagina, com os seios, com o ânus, ou a manipulação erótica destes órgãos com a mão ou dedo. Também atos que impliquem na introdução do pênis no ânus, no contato do pênis com o seio ou na masturbação mútua.

* Estupro
Constranger criança ou adolescente à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça.

* Pornografia Infantil
Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores ou internet, fotografias, imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo crianças e pré-adolescentes.

Atenção: Só existe pedofilia quando esses crimes forem praticados contra menores de 14 anos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

As relações não duram por que a maioria não enxerga o outro como ele é.


O psicólogo Jorge Bucay esteve no Brasil para lançar livro escrito com a colega Silvia Salinas (Amar de Olhos Abertos, Editora Sextante) e deu uma entrevista para a Folha sobre o tema de seu livro, relacionamentos.



confira abaixo:
Folha - O que significa amar de olhos abertos?

Jorge Bucay - Gosto de uma definição que diz que o amor é a simples alegria pela existência do outro. Não é possessão, nem felicidade necessariamente. E por isso "com os olhos abertos". O amor cego não aceita o outro verdadeiramente como ele é.

Por que tanta gente prefere a intensidade da paixão, mesmo sabendo que é efêmera, a construir algo mais sólido?

É maravilhoso estar apaixonado e muitos preferem a intensidade superficial à profundidade eterna. Mas me pergunto como as pessoas pensam em ficar somente nisso. Qual o sentido de estar apaixonado perdidamente o tempo todo? Penso que é uma questão de maturidade.

Também tem a ver com a nossa sociedade, que adora emoções intensas. Procuramos correr mais rápido, chegar antes, desfrutar intensamente. A paixão é como uma droga: no seu momento fugaz faz pensar que você é feliz e não precisa de mais nada. Um olhar, uma palavra te levam aos melhores lugares.

Como construir uma relação mais profunda?


Seria bom estar preparado para saber que a paixão acaba. Amadurecer significa também desfrutar das coisas que o amor dá, como compartilhar o silêncio e não um beijo, saber que a pessoa está ali, ainda que não esteja ao meu lado. É preciso abrir os olhos, e isso é uma decisão. Ver o par na sua essência.

Mas primeiro é preciso estar bem consigo mesmo. Não se deve procurar o sentido da própria vida no companheiro ou nos filhos.

Você deve responder a três perguntas básicas nesta ordem: quem sou, aonde vou e com quem. É preciso que eu me conheça antes de te conhecer e que decida meu caminho antes de compartilhá-lo. Senão, é o outro quem vai dizer quem eu sou. E isso é uma carga muito grande.

O livro diz que as relações duram o que têm que durar, sejam semanas, seja uma vida.

Duram enquanto permitem que ambos cresçam. Significa conhecer-se, gostar de si mesmo, conhecer seus recursos e desenvolvê-los. Ao lado da pessoa amada, está a melhor oportunidade para isso. E essa é uma condição para construir um relacionamento. Um casal que não cresce, envelhece. E um casal que envelhece, morre.

O que leva ao fracasso?

Um dos grandes motivos de fracasso é não trocar intensidade por profundidade, viver querendo voltar aos tempos da paixão. Outro ponto de conflito é que as pessoas não conseguem deixar o papel que desempenhavam antes de casar, querem continuar sendo o "filhinho da mamãe", ou o "caçulinha da casa". Outro problema é a intolerância, a incapacidade de aceitar as diferenças, as pessoas discutem pelo dinheiro, pela criação dos filhos e, por fim, morrem sufocadas pela rotina.

E como enfrentar esses problemas ou desafios?

É preciso amor, atração e confiança. Comparo esses pilares a uma mesa de três pés. O tampo da mesa seria um projeto comum firme. Se faltar qualquer um desses elementos, a mesa cai. E sobre tudo isso deve-se montar outras coisas, como a capacidade de trabalhar juntos, de rir das mesmas coisas, de ser sexualmente compatíveis, sentir o outro como um apoio nos momentos difíceis. Às vezes a terapia ajuda, às vezes é um bom passaporte para a separação.

Como saber quando a relação chegou ao fim?


Se sinto que estou sempre no mesmo lugar, que me entedio, que não tenho vontade de estar com o outro, se sempre que saímos precisamos sair com outros casais pois não ficamos bem sozinhos, quando piadas como "o idiota do meu marido" ou a "bruxa da minha mulher" se tornam frequentes, algo não está funcionado.

Fonte: Folha

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

27 de Agosto - Dia Do Psicólogo


SER PSICÓLOGO


"Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.
Não apenas isso, é também uma notável dádiva.
Desenvolvemos o dom de usar a palavra, o olhar,
as nossas expressões, e até mesmo o silêncio.
O dom de tirar lá de dentro o melhor que temos
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.

Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.
Mas não apenas isso, é também um grande privilégio.
Pois não há maior que o de tocar no que há de mais
precioso e sagrado em um ser humano: seu segredo,
seu medo, suas alegrias, prazeres e inquietações.

Somos psicólogos e trememos diante da constatação
de que temos instrumentos capazes de
favorecer o bem ou o mal, a construção ou a destruição.
Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável bênção
que é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portas
para a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.

Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar,
ver sem me escandalizar, e sempre acreditar no bem.
Mesmo na contra-esperança, esperar.
E quando falar, ter consciência do peso da minha palavra,
do conselho, da minha sinalização.
Que as lágrimas que diante de mim rolarem,
pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas,
sejam segredos que me acompanhem até o fim.

E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de
ter vivido para ajudar as pessoas a serem mais felizes.
O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que
não tinha com quem contar para dividir sua solidão,
sua angústia, seus desejos.
Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir
que isso só começa quando a gente consegue
realmente se conhecer e se aceitar."
Walmir Monteiro

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Fobia Social

Fobia social é um transtorno que se caracteriza pelo medo excessivo de ser o centro da atenção de outras pessoas. O portador considera-se inadequado e daí o temor intenso de submeter-se a situações sociais e levar uma bronca em público, fazer algo ridículo ou passar por qualquer outra situação humilhante.

Com o que não deve ser confundida

Não devemos confundir fobia social com a timidez, medo e ansiedade normais, que qualquer um de nós pode sentir em situações novas ou inusitadas. A ansiedade presente nesses momentos é comum e até certo ponto esperada, embora possa variar em intensidade de indivíduo para indivíduo.

Algum grau de ansiedade e timidez são considerados normais desde que:

· Apesar da ansiedade o indivíduo consiga manter o controle das situações;

· Ansiedade e timidez não sejam tão intensos que levem a pessoa a evitar situações sociais, acarretando prejuízos significativos nos relacionamentos afetivos e/ou profissionais;

· O medo não seja grande o bastante para fazer com que o indivíduo abra mão de projetos de vida importantes, causando perdas nos âmbitos pessoais, profissionais e/ou acadêmicos;

· A ansiedade não esteja associada a doenças ou outros transtornos.

Fobia Social e Pânico são a mesma coisa?

Não. Embora ambos os transtornos causem prejuízos na vida social do paciente existem duas diferenças importantes:

o No transtorno do pânico os pacientes podem passar mal sem motivo, em qualquer lugar (ataque de pânico), enquanto que os pacientes com fobia social sentem-se mal só nas situações que já descrevemos anteriormente.

o Os pacientes com pânico geralmente tem medo de lugares onde a saída seja difícil onde acreditam não podem ser socorridos, lugares cheios de gente onde possam passar mal, etc. Isso não ocorre com pacientes que sofrem de fobia social, para os quais a maior preocupação é ser o foco da atenção das pessoas.

Sintomas

O medo exagerado faz com que o portador desse transtorno evite a maior parte das situações que exijam exposição social, ainda que tenha consciência que essa postura pode prejudicar sua vida em diversos aspectos. O fóbico social evita:



Conversar com pessoas estranhas ou autoridades;



Comer em restaurantes;



Usar banheiros públicos;



Freqüentar piscinas;



Assinar em público;



Usar banheiros públicos;



Ficar nu em público;



Conversar ao telefone;



Ser observado.

Quando não consegue evitar essas situações o portador de fobia social sofre desconforto intenso, sendo comuns sintomas como:



Tremores;



Sudorese;



Taquicardia;



Palpitações;



Empalidecimento;



Sensação de perda de consciência;



Náuseas;



Desconforto abdominal;



Formigamentos, etc.

Esses sintomas também podem ocorrer no período que antecede as situações de exposição social, caracterizando o que chamamos de ansiedade antecipatória ou mais coloquialmente medo do medo.

Citaremos abaixo alguns exemplos para ilustrar o prejuízo que esses sintomas podem causar ao indivíduo que sofre de fobia social:

Exemplos Ilustrativos

Exemplo 1: Jovem abandonou a faculdade por não ser capaz de apresentar seus trabalhos para os colegas de classe, nunca ter coragem de fazer perguntas na frente dos colegas e apresentar sintomas físicos de ansiedade se lhe faziam perguntas em público. Quando soube que teria que apresentar um trabalho para os colegas, passou a sentir-se ansioso diariamente e essa ansiedade foi aumentando progressivamente até o dia da apresentação, quando não conseguiu ir a aula por medo de tremer, passar mal, ter "um branco", gaguejar e até de se urinar na frente dos colegas. Desde criança sentia-se mal quando tinha que falar com estranhos.

Exemplo 2: Homem de 25 anos tornou-se alcoólatra porque desde os quinze anos só conseguia sair de casa após beber. Até começar a beber, sair de casa para desempenhar qualquer tarefa que não envolvesse contato humano era tranqüilo, porém sempre sentiu sintomas físicos de ansiedade quando tinha que falar com estranhos. Descobriu que esses sintomas quase desapareciam após algumas doses de bebida alcoólica. Nunca teve namoradas. Por vergonha dos professores e colegas abandonou a escola sem concluir o primeiro grau e não empregou-se adequadamente porque nunca conseguiu fazer entrevistas estando sóbrio.

Tratamento

O primeiro passo do tratamento é convencer o paciente de que a fobia social é uma doença e por isso pode e deve ser tratada, o que em geral, não é difícil, pois o sofrimento significativo torna esses pacientes receptivos a possibilidade de ajuda. O tratamento é longo e envolve o uso de medicação e psicoterapia. A medicação auxilia na diminuição da ansiedade e a terapia é fundamental para ajudar o paciente a se expor e treinar o paciente no enfrentamento das situações temidas.

Fonte: Site da Psicóloga Ana Lúcia Pereira - http://alppsicologa.hpg.ig.com.br

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Não ao trabalho infantil!



O dia 12 de junho é marcado como o Dia Internacional de Combate ao Trabalho Infantil, representando a luta e a mobilização mundial contra a exploração laboral infantojuvenil. Evidentemente, todos os dias devemos honrar o compromisso assumido internacionalmente para a erradicação desse grave problema social. Contudo, é especialmente nesta data que devemos refletir sobre a importância do tema, empreendendo esforços e estabelecendo metas no sentido de concretizar a sua erradicação. No Brasil, a proibição do trabalho infantil assumiu delicadeza ímpar a partir da Constituição de 1988, quando restou consagrado o princípio da prioridade absoluta às crianças e adolescentes, sendo estabelecida vedação de qualquer trabalho aos menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14.

Do mesmo modo, o Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, e a CLT, em 2000, estabeleceram a proibição do trabalho aos menores de 16 anos. Entretanto, somente em 2008, por meio do Decreto 6.481, foram previstas as piores formas de trabalho infantil, tais como contratação para trabalhos domésticos e manuseio de máquinas de padaria. A legislação é, pois, farta no que se refere ao combate do trabalho infantojuvenil, representando a concreção do princípio da dignidade das crianças e adolescentes. Registre-se, outrossim, estar comprovado que as condições de trabalho impostas ao público infantojuvenil, acarretam elevados índices de repetência e evasão escolar.

Infelizmente, a exploração laboral ainda faz parte do cenário de Santa Catarina, tornando-se imperiosa a conscientização e a colaboração de toda a sociedade catarinense, denunciando os casos ao Ministério Público do Trabalho, ao Ministério Público Estadual e ao Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Não podemos permitir que nossas crianças e adolescentes assumam responsabilidades para as quais não estão preparadas. Lugar de criança é na escola.